Estive uns dias sem escrever. Estava doente, contrai dengue. Sem alento, tive duas semanas difíceis, muito difíceis. Enquanto eu na minha fragilidade tentava entender a força de um minúsculo mosquito, que me acertou prá valer; prá melhorar minha situação, nesse periodo perdi duas pessoas queridas; o pai da minha comadre Verônica e a minha cunhada Glenda. Porém, hoje a vida resolveu me alegrar com a chegada do meu sobrinho neto Isac, filho da minha sobrinha Joice. Estou muito feliz porque uma nova vida veio fechar esse ciclo de dias tristes. Todos esses acontecimentos me fizeram refletir sobre vários aspetos da nossa vida; fragilidade, morte e nascimento, e tudo o que as envolve. Estive envolvida em muitas emoções; dor, medo, saudade, tristeza, impotência e o novo, que sempre vem. Ai nos perguntamos: QUAL O SENTIDO DA VIDA? Como entender esse enigma? E quanto profundo e complexo é esse assunto. Haveremos de ter coragem de abrir precedentes na criação de novas perspectivas e realizações? Partindo de novo princípio, deveremos nos perguntar: O que estamos fazendo em nossas vidas? E com a vida de quem está em nossas vidas? Esquecemos o quanto nossa vida é frágil. E que tudo o que vive não vive sozinho, nem pra si mesmo. A vida pode ser longa ou curta, ela é medida pelo que vivemos e como vivemos. Todos nós temos nossos momentos de felicidades, o que as vezes não sabemos é vivê-los na sua totalidade. Temos que nos dar a chance de viver com entusiasmo os pequenos sabores de nossa vida. Dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração. Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão. Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor. A alegrar a quem precisa. Exercitar o perdão. A aproveitar o presente, pois muitas vezes não é benéfico revirar o passado e se preocupar com o futuro, pois é inegável que é aqui e agora, é no presente que a vida acontece. Fazer o que acho certo, o que gosto, no meu próprio ritmo e da maneira mais simples. "A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos."
terça-feira, 19 de abril de 2011
O SENTIDO DA VIDA
Estive uns dias sem escrever. Estava doente, contrai dengue. Sem alento, tive duas semanas difíceis, muito difíceis. Enquanto eu na minha fragilidade tentava entender a força de um minúsculo mosquito, que me acertou prá valer; prá melhorar minha situação, nesse periodo perdi duas pessoas queridas; o pai da minha comadre Verônica e a minha cunhada Glenda. Porém, hoje a vida resolveu me alegrar com a chegada do meu sobrinho neto Isac, filho da minha sobrinha Joice. Estou muito feliz porque uma nova vida veio fechar esse ciclo de dias tristes. Todos esses acontecimentos me fizeram refletir sobre vários aspetos da nossa vida; fragilidade, morte e nascimento, e tudo o que as envolve. Estive envolvida em muitas emoções; dor, medo, saudade, tristeza, impotência e o novo, que sempre vem. Ai nos perguntamos: QUAL O SENTIDO DA VIDA? Como entender esse enigma? E quanto profundo e complexo é esse assunto. Haveremos de ter coragem de abrir precedentes na criação de novas perspectivas e realizações? Partindo de novo princípio, deveremos nos perguntar: O que estamos fazendo em nossas vidas? E com a vida de quem está em nossas vidas? Esquecemos o quanto nossa vida é frágil. E que tudo o que vive não vive sozinho, nem pra si mesmo. A vida pode ser longa ou curta, ela é medida pelo que vivemos e como vivemos. Todos nós temos nossos momentos de felicidades, o que as vezes não sabemos é vivê-los na sua totalidade. Temos que nos dar a chance de viver com entusiasmo os pequenos sabores de nossa vida. Dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração. Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão. Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor. A alegrar a quem precisa. Exercitar o perdão. A aproveitar o presente, pois muitas vezes não é benéfico revirar o passado e se preocupar com o futuro, pois é inegável que é aqui e agora, é no presente que a vida acontece. Fazer o que acho certo, o que gosto, no meu próprio ritmo e da maneira mais simples. "A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos."
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