O amor dá sentido às nossas vidas, tal como a amizade, ou a arte, ou a crença em Deus. São - podem ser - fatores de felicidade, de paz interior, de harmonia, que dão suporte às nossas existências.
Mas há o outro lado...
Há a crueldade do mundo, a dor, o mal, para já não falar da morte. São como animais ferozes e vorazes a espreita prontos para devorar as presas indefesas. Eles podem ser fatores de infelicidade, nos trazem desconforto e insegurança, muitas nos fazem repensar o real sentido da nossa vida., são entre estes dois pêndulos que se desenrolam as nossas vidas. E quando pensamos em tudo isto, os nossos estados de alma, originam diversas e desencontradas reflexões sobre o sentido da vida.
É sobre essas reflexões e pensamentos, sobre o que homem pensa e tem dito das suas vidas que se tem avançado, tentando entender e escolher a melhor maneira de se viver.
Às vezes me pego a pensar o quanto é curta e o quão efêmera pode ser a nossa vida. Se pensarmos na imensidão de vida que existe e o quanto cada um de nós ocupa de espaço, o que cada um de nós é nesse vasto e infinito universo, penso no quanto nós ignoramos, o quanto desconhecemos disso, é muita coisa prá se pensar.A realidade nos assusta e para a maioria é melhor viver na apatia da superfície. Deveriamos nos perguntar sempre as questões: Quem verdadeiramente sou? Porque exatamente estou aqui?

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