quinta-feira, 28 de abril de 2011

SER FELIZ


Ser feliz é o que queremos! FELICIDADE é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem ainda o significado de bem-estar ou paz interna. Para alcançarmos esse estado de espírito havemos de estar preparados a aceitar ou rejeitar determinadas situações. E a despeito de qualquer situação, deveremos com sapiência e maturidade escolher um ângulo de visão apurado as nossas perspectivas de enxergá-la. Esse olhar especial é que dará um referencial a esses momentos tão especiais que entendemos como felicidade. Acho que felicidade é experimentada primeiramente no coração. A felicidade está nas coisas simples, apesar de muitas vezes não enxergarmos isso. E se tivermos que condicionar e associar a nossa felicidade a inexistência de problemas estaremos fadados a viver a apatia e inércia de uma vida inóspita. As nossas atitudes perante as situações de nossa vida é o que determinará a nossa qualidade de vida. Quando tivermos o entendimento que também é nossa responsabilidade melhorar o mundo para os outros, ai, por conseguinte teremos aprendido o quanto ele ficou tão melhor para nós também. Não lembro onde li, mas uma frase me chamou atenção, era mais ou menos assim: “Ser feliz é uma atitude comportamental diante da execução de nossas tarefas aqui na terra e para isso teremos que alcançar três pré-requisitos – consciência reta – vida correta e um coração de paz.” Isso é simples, mas profundo.

terça-feira, 19 de abril de 2011

O SENTIDO DA VIDA


Estive uns dias sem escrever. Estava doente, contrai dengue. Sem alento, tive duas semanas difíceis, muito difíceis. Enquanto eu na minha fragilidade tentava entender a força de um minúsculo mosquito, que me acertou prá valer;  prá melhorar minha situação, nesse periodo perdi duas pessoas queridas; o pai da minha comadre Verônica e a minha cunhada Glenda. Porém, hoje a vida  resolveu me alegrar com a chegada do meu sobrinho neto Isac, filho da minha sobrinha Joice. Estou muito feliz porque uma nova vida veio fechar esse ciclo de dias tristes. Todos esses acontecimentos me fizeram refletir sobre vários aspetos da nossa vida; fragilidade, morte e nascimento, e tudo o que as envolve. Estive envolvida em muitas emoções; dor, medo, saudade, tristeza, impotência e o novo, que sempre vem. Ai nos perguntamos: QUAL O SENTIDO DA VIDA? Como entender esse enigma? E quanto profundo e complexo é esse assunto. Haveremos de ter coragem de abrir precedentes na criação de novas perspectivas e realizações?  Partindo de novo princípio, deveremos nos perguntar: O que estamos fazendo em nossas vidas? E com a vida de quem está em nossas vidas?  Esquecemos o quanto nossa vida é frágil. E que tudo o que vive não vive sozinho, nem pra si mesmo. A vida pode ser longa ou curta, ela é medida pelo que vivemos e como vivemos. Todos nós temos nossos momentos de felicidades, o que as vezes não sabemos é vivê-los na sua totalidade. Temos que nos dar a chance de viver com entusiasmo os pequenos sabores de nossa vida. Dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração. Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão. Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor. A alegrar a quem precisa. Exercitar o perdão. A aproveitar o presente, pois muitas vezes não é benéfico revirar o passado  e se  preocupar com o futuro, pois é inegável que é aqui e agora, é no presente que a vida acontece. Fazer o que acho certo, o que gosto, no meu próprio ritmo e da maneira mais simples.  "A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos." 

POR SER ASSIM...


O amor dá sentido às nossas vidas, tal como a amizade, ou a arte, ou a crença em Deus. São - podem ser - fatores de felicidade, de paz interior, de harmonia, que dão suporte às nossas existências.
Mas há o outro lado...
Há a crueldade do mundo, a dor, o mal, para já não falar da morte. São como animais ferozes e vorazes a espreita prontos para devorar as presas indefesas. Eles podem ser fatores de infelicidade, nos trazem desconforto e insegurança, muitas nos fazem repensar o real sentido da nossa vida., são entre estes dois pêndulos que se desenrolam as nossas vidas. E quando pensamos em tudo isto, os nossos estados de alma, originam diversas e desencontradas reflexões sobre o sentido da vida.
É sobre essas reflexões e pensamentos, sobre o que homem pensa e tem dito das suas vidas que se tem avançado, tentando entender e escolher a melhor maneira de se viver.
Às vezes me pego a pensar o quanto é curta e o quão efêmera pode ser a nossa vida. Se pensarmos na imensidão de vida que existe e o quanto cada  um de nós ocupa de espaço, o que cada um de nós é nesse vasto e infinito universo, penso no quanto nós ignoramos, o quanto desconhecemos disso, é muita coisa prá se pensar.A realidade nos assusta e para a maioria é melhor viver na apatia da superfície. Deveriamos nos perguntar sempre as questões:  Quem verdadeiramente sou?  Porque exatamente estou aqui?

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