Se tivéssemos como registrar todas as opiniões das mais variadas pessoas sobre o AMOR, certamente teríamos infinitas definições sobre ele. O amor seria categorizado sob todos os aspectos. Em primeira instancia não falaremos sobre o amor romântico, aquele que envolve a paixão e o sexo, falaremos do amor moldado por afeto, carinho e cuidados. Da emoção simples e verdadeira que pode ser sentida e vivida por qualquer pessoa. O sentimento que demonstra a importância e o valor das pessoas com quem compartilhamos o que somos, o que temos e o que fazemos. O sentimento que nos faz escolher a que amamos e mostrar o quanto somos capazes de amá-los. Os estudiosos da área afirmam que o amor, a forma de vivê-lo, senti-lo e expressá-lo, é em grande parte uma repetição da forma como fomos criados, educados e tratados. Concordo quando dizem que o amor é um só, o que muda é o vinculo que desenvolvemos na relação com cada pessoa. Esse vinculo muda de acordo com as coisas que acrescentamos ao amor ou seja a minha capacidade e maneira de amar não mudam de uma pessoa para outra, mas a intensidade é sempre diferente. E para aqueles que defende a idéia do amor eterno pretendem nos convencer de que o amor de verdade deve durar prá toda a vida; se você ama alguém de verdade, isso nunca mudará. Vamos agora falar de como podemos nos surpreender com a descoberta do desamor. Como podemos achar que éramos amados quando na verdade, não o éramos? Talvez a dor vinculada pela desilusão amorosa seja causada pelo fato de ninguém ser mais propenso a acreditar em algo falso do que quem deseja que essa coisa seja verdade. Às vezes as pessoas tem tanta necessidade de ser amada que ver em qualquer atitude sua uma expressão de amor. Podemos errar ao partir do principio de achar que a única maneira de amar é a sua, não podemos amar como o outro ama, eu particularmente tenho dificuldades em expressar o meu amor, mas isso não quer dizer que eu amo menos do que me amam, talvez eu até ame mais, porém a idéia egocêntrica de se definir a forma de amar, é estúpido não aceitar que as pessoas tenham diferentes demonstrações de amor. Pois somos seres individuais e únicos.
Viram que sublime!!! Isso tem muito a ver com o que aprendi lendo Jorge Bucay.

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