Quero ressaltar que, a pesquisa abaixo não diagnostica ninguém, se alguém identifica alguns dos sintomas descritos tem que primeiramente procurar um médico para ser examinado e diagnosticado de forma correta.
O ESTRESSE – De acordo com Hans Selye, famoso médico endocrinologista canadense, o estresse é “um conjunto de reações que o organismo desenvolve ao ser submetido a uma situação que exige esforço para adaptação”. Está ligado fundamentalmente a questões psicológicas, por isto, muitas vezes o estressado não se dá conta da carga emocional e do seu estado de confusão mental. Assim, o estresse pode ser entendido como o ponto em que o indivíduo não consegue controlar seus conflitos internos e, em contra partida apresenta fadiga, cansaço, tristeza, euforia, ou outras reações. É preciso, primeiramente, saber o que está estressando o indivíduo. O autoconhecimento vai levá-lo a entender o que está incomodando e prejudicando. Isso vai evitar que o fator estressante possa acarretar-lhe maiores conseqüências. É importante ter-se uma perspectiva integral para tratar o estresse. As chances de recuperação aumentam de forma significante quando as complexidades únicas de cada pessoa são abordadas de maneira multidimensional, incluindo a dieta, o exercício e o relaxamento mental. Certamente não existe uma fórmula mágica para tratar as complexas implicações do estresse. Depende de cada indivíduo desenvolver qualidades e atitudes - como conscientização, autocontrole e autoconfiança - para que sirvam de antídoto. Elas possibilitam que a pessoa reverta o ciclo de estresse. Assim, podem restabelecer a energia mental e psicológica, que lhes permite a reformulação do seu meio ambiente. Alguns casos são solucionados apenas com a ajuda de uma psicoterapia. Outros terão uma melhor resposta, com associação de dois tratamentos - medicamentoso e psicoterapêutico. Em casos mais comprometedores, nos quais o profissional percebe que diante dos recursos usados não teve resultados positivos, ele vai recorrer a um diagnóstico mais apurado, exigindo exames clínicos, para que de forma mais precisa possa encaminhar o tratamento. Nesse caso, contarão com a ajuda de um medicamento específico para o caso. Estudos científicos indicam que as pessoas adoecem com mais freqüência quando estão estressadas. No caso de uma separação ou perda de emprego, por exemplo, baixam as defesas de imunidade do indivíduo e ele pode, mais facilmente, contrair doenças. Sabe-se que sete segundos após perceber a causa o indivíduo automaticamente se prepara para reagir fisicamente à situação: a pressão sobe, o coração pulsa mais rápido, a respiração se torna mais pesada e rápida, os músculos se contraem e as mãos e pés se tornam frios e suados. Estas são, no entanto, naturais reações físicas que ocorrem espontaneamente. Porém, se forem mantidas por períodos prolongados ou freqüentes, o estresse tenderá a se tornar crônico e o indivíduo pagará um preço bastante alto por essa adaptação biológica natural: pressão alta, derrame, infarto, enxaqueca, insônia e depressão são alguns dos problemas mais comuns que atualmente decorrem de seu nível de estresse
Entre os principais sintomas do estresse, destacam-se: sinais de cansaço, tristeza, dor de cabeça, grande agitação, constantes crises de tensão e angústia; diminuição da produtividade, isolamento, mau humor, medo, colite, sudorese intensa, irritação, incapacidade de domínio sobre as emoções, etc... Em síntese, o estresse realmente existe e afeta sua vida, por isto fique atento aos sintomas, as reações orgânicas e psíquicas que anunciam problemas físicos e emocionais.
Projeta-se do Estresse!

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